O estado do meio ambiente nas últimas décadas foi profundamente transformado e muitos sinais nos mostraram que a natureza está mudando em formas negativas e às vezes incontroláveis. A ação do ser humano, excessiva e abusiva desde o século XVIII levou a uma situação de funil em que o problema já é inegável e reconhece que é muito necessário fazer é necessário. A mudança climática não é uma invenção, é um problema real e, portanto, entender sua importância é vital para garantir a sustentabilidade ecológica.

O sistema produtivo humano e seus efeitos sobre a natureza

Para saber por que devemos nos sentar para falar sobre mudanças climáticas, é útil analisar como o sistema econômico produtivo do ser humano afetou a natureza. Desde a Revolução Industrial, o homem não conseguiu produzir mais, ele também aprendeu a produzir mais rápido. Para sustentar essa produção acelerada e em quantidade, foi necessário criar um sistema que nos fizesse acreditar que é útil e essencial consumir sem parar, de forma contínua, até elementos que não precisamos ou que acabamos puxando porque são demais.

Assim, a natureza foi espancada pelos humanos para obter recursos como madeira, papel, alimentos, gado, matérias-primas em geral. Ao mesmo tempo, a produção industrial exigiu historicamente o uso de energias que, em muitos casos, contaminaram o meio ambiente, como o carvão, o petróleo ou o gás e que não são energias renováveis. Seu uso prejudicou gravemente a camada de ozônio que nos protege dos raios do sol e transformou as temperaturas globais, além de alterar os ecossistemas e os biomas do planeta.

O que é o uso de falar sobre mudanças climáticas?

Temos que ter em mente neste momento das circunstâncias que o fenômeno aqui referido é real e não é uma invenção de setores científicos para parar a produção econômica. O dano que fizemos ao planeta é irreversível em muitos casos, embora em alguns aspectos alguns dos danos possam ser recuperados. É de vital importância para nós e para as gerações futuras discutir o processo de mudança no ecossistema planetário, a fim de melhor compreender suas características e planejar melhor a solução a ser tomada.

Os Estados devem assumir a responsabilidade de criar economias que se baseiam no uso de energias limpas e não poluidoras, que os recursos podem ser renováveis ​​e não representam uma drenagem no planeta, além de estimular o consumo responsável pelos cidadãos. Estas são apenas algumas das opções disponíveis, mas sem dúvida elas poderiam ajudar a impedir o avanço da deterioração da natureza.

Fotolia imagem: Diz1973, Aquatarkus, Duris Guillaume