A profissão de jornalismo tem muitas características que a distinguem de outras profissões e uma delas é a necessidade constante de procurar dados, informações. Este árduo trabalho de pesquisa é o que pode fazer com que um jornalista ou grupo deles se destaque dos outros por elementos como sua seriedade, sua confiabilidade, sua objetividade. Todos esses aspectos são hoje essenciais para exercer uma boa profissão de comunicação e ter fontes jornalísticas confiáveis ​​e úteis é uma grande ajuda.

O jornalismo é a transmissão de dados e materiais: a necessidade de ter fontes próprias

Se levarmos em conta que o trabalho de um jornalista é basicamente transmitir ou compartilhar informações com o público em massa de uma comunidade, entenderemos que, para fazer isso, ele deve ter pessoas que lhe fornecem dados de diferentes áreas e espaços. Dependendo da especialidade do jornalista, as fontes terão maior ou menor valor, confiabilidade, interesse, etc. No caso do jornalista político (que é o centro ou que pelo menos ocupa mais tempo na mídia), a informação fornecida também deve ser séria e corroborada.

As pessoas que atuam fornecendo informações aos jornalistas podem ser especialistas ou especialistas em um tópico, e é isso que lhes dá seriedade. No entanto, hoje em dia, com o avanço das redes sociais e meios alternativos, qualquer pessoa comum pode ser uma fonte se tiverem material gráfico ou audiovisual, se tiverem vivido situações que interessem ao jornalista, etc.

O problema do segredo e a difusão de fontes no mundo comunicacional

Para jornalistas (independentemente da sua especialidade) existe uma lei que é inviolável e que pode ser equiparada ao segredo que os médicos devem manter em relação aos seus pacientes. Estamos falando do segredo que os jornalistas devem manter sobre quem são suas fontes jornalísticas ou onde obtiveram certas informações. Isto é principalmente porque manter a privacidade deles será o que torna o profissional alguém confiável.

Ao mesmo tempo, a prática diária do jornalismo requer um uso permanente das fontes, pelo que violar o segredo e disseminar a quem passou a informação poderia facilmente valer a carreira para o jornalista que fornece essa informação. Muitas vezes a informação fornecida por pessoas para jornalistas é de grande valor e pode até pôr em perigo suas vidas, de modo a manter segredo e privacidade sobre elas é uma lei ética no mundo do jornalismo.

O fenômeno "notícia falsa" e a força do leitor que hoje tem a capacidade de responder

Um dos maiores desafios da imprensa atual tem que fazer precisamente com a origem da informação, em termos de cenários acentuadamente manipulados, que visam enganar a sociedade no interesse do poder do dia, considerando a afinidade do meio com o governo.

Infelizmente, não é uma nova prática, embora seja todos os dias que os canais de comunicação sejam mais expostos e questionados, em parte graças ao acesso da própria população à informação, sendo testemunha e propagação através das redes sociais de primeira mão, e com a possibilidade de responder à mídia em seus próprios espaços.

Numerosos jornalistas aproveitam a idéia de proteção da fonte para levantar testemunhos que nunca existiram, ou mesmo tirar do contexto certa frase que poderia prejudicar seus oponentes. É preciso estar ciente de que a verdade é geralmente distorcida, o que pode ser o resultado de uma má interpretação, sem que exista uma intenção ruim, que possa estar presente nos atores do evento, no sentido de que cada pessoa inevitavelmente tem uma visão do mundo que afeta o que está acontecendo ao seu redor, ou, pelo contrário, com o desejo de criar uma coisa que não é real para desacreditar o outro em favor de seu próprio benefício.

Imagem Fotolia: Hideyuki Suzuki, Kaninstudio, Dalebor